Empreendedorismo Feminino no Brasil

O empreendedorismo feminino tem sido um assunto cada vez mais presente na mídia, podcasts e em comentários do dia a dia. Quando falamos sobre empreendedorismo feminino, falamos em independência financeira, novo posicionamento diante da sociedade e até mudança de cultura.
Trata-se de uma questão tão importante que a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia do Empreendedorismo Feminino, comemorado no dia 19 de novembro em mais de 150 países. Essa é uma medida mundial para discutir políticas públicas voltadas ao fortalecimento das mulheres no setor empresarial e empreendedor, além de uma forma de possibilitar avanços em equidade.

Qual o cenário do empreendedorismo feminino no Brasil? 

De acordo com uma pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), abrir o próprio negócio é um dos principais desejos dos brasileiros e, entre as mulheres, isso também é uma realidade. Com base nos dados do Sebrae (2019), cerca de 27,4 milhões de mulheres são empreendedoras no Brasil.
Embora seja um número expressivo, o mesmo representa apenas 34% de todos os donos (homens) de empresas do país. As análises do Sebrae ainda mostram que as empreendedoras são mais jovens e têm um nível de escolaridade 16% superior comparada aos homens.
Dentro do total de microempreendedores individuais (MEI), as mulheres representam 48% das formalizações, atuando especialmente em setores de beleza, moda e alimentação. 
Outros pontos importantes da pesquisa apontam que as empreendedoras são cada vez mais “chefes de domicílio”, isto é, 45% delas já são a principal fonte de renda da casa. Vale destacar, ainda, que a proporção de negócios por necessidade é maior entre mulheres, ou seja, grande parte decide abrir um negócio porque realmente precisa. 

Principais características das empreendedoras

Obviamente, mulheres e homens têm grandes diferenças em termos de comportamento, devido a própria estrutura hormonal e fatores neurológicos. Dentro do empreendedorismo algumas características pertinentes às mulheres as auxiliam no desenvolvimento do próprio negócio. A fácil administração do tempo e a execução de atividades simultâneas resultam, por exemplo, em mais estabilidade às empresas administradas por mulheres.
A própria característica de organização também favorece a gestão financeira, justificada pela menor tomada de crédito em bancos destacada pelo estudo do Sebrae, isto é, as mulheres tomam menos empréstimo e, quando o fazem, o valor médio do empréstimo solicitado também é menor.

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